sexta-feira, 7 de abril de 2017

Estudos revelam os perigos do cigarro

As informações sobre os efeitos tóxicos do tabagismo são muitas hoje em dia. E é muito difícil imaginar alguém que desconheça os perigos que o cigarro representa para a saúde. Mas nem sempre foi assim. Até os anos 1950, havia poucos estudos de peso que fizessem esse alerta à população mundial.

A situação começou a mudar de maneira mais definitiva em 1962, quando o governo da Grã-Bretanha anunciou de maneira categórica que o cigarro fazia mal à saúde. As autoridades britânicas chegaram a essa conclusão a partir de um relatório do Royal College of Physicians (RCP), que demonstrou haver ligação direta entre o hábito de fumar e o câncer de pulmão.

Fumante passivo

Uma nova edição do relatório do Surgeon General, em 1982, colocou no centro das atenções um novo conceito, o do fumante passivo. Um indivíduo que mesmo não fumando sofre as consequências por conviver de perto com usuários do tabaco, ingerindo involuntariamente fumaça de cigarros, charutos e cachimbos.

O relatório alertou que o fumo passivo também poderia causar câncer de pulmão e outras doenças. Com a divulgação dessas informações, governos de diversos países passaram a discutir a proibição do fumo em ambientes fechados. 

Em 2014, o Brasil implementou em todo o país a proibição de fumar em locais fechados, por meio de uma lei federal, aprovada em 2011. [3]

Esses são apenas três exemplos entre os milhares de estudos realizados sobre o tabagismo nas últimas décadas. No entanto, eles deixam claro como a ciência e os pesquisadores foram fundamentais para esclarecer a população do mundo sobre o quanto o cigarro é prejudicial à saúde. São informações que alertam os fumantes sobre a importância de se lutar contra a própria dependência. E melhor, faz muita gente se manter distante do fumo. fonte: oglobo.globo.com 

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