sábado, 24 de outubro de 2015

Bancos sobem para 10% proposta de reajuste a bancários

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) quase dobrou na manhã desta sexta-feira (23) a proposta de reajuste salarial aos bancários, em greve pelo 18º dia. Os bancos propõem um reajuste de 10%, ante os 5,5% no início da paralisação. Os bancários pedem reajuste salarial de 16%.

A Fenaban informou que a proposta inclui ainda correção de 14% no vale-refeição e no vale-alimentação. Os bancários estão reunidos nesta sexta-feira para discutir a proposta, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Os bancos também propõem que os grevistas escolham entre ter os dias em greve descontados ou compensar os dias parados.

As negociações das reivindicações especificas dos bancários do Banco do Brasil e da Caixa acontecerão após a finalização da rodada com a Fenaban, segundo a Contraf-CUT.

De acordo com o Banco Central, o país tem 22.975 agências instaladas no país.

Atendimento aos clientes - Os bancos não fazem levantamentos sobre o impacto da paralisação das agências, mas destacam que as instituições oferecem diversos canais alternativos para a realização de transações financeiras.

De acordo com a Febraban, os clientes poderão fazer saques, transferências e outras operações por canais alternativos de atendimento, como caixas eletrônicos, internet banking, aplicativos no celular (mobile banking), telefone, além de casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados.

O que pede a categoria - A greve foi iniciada no dia 6 de outubro. Os bancários pedem reajuste salarial de 16%, com piso de R$ 3.299,66, e Participação nos Lucros e Resultado (PLR) de três salários mais R$ 7.246,82.

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