quinta-feira, 21 de maio de 2015

O maior órgão do corpo humano pode ser reconstituído em Campos

Para tudo tem jeito na vida, só não tem para a morte. Um provérbio popular, que pode ser aplicado até no caso de pacientes que sofrem queimaduras de 1º, 2º ou 3º graus e que perdem a pele, lesões tipo fratura exposta com perda de tecido (traumas), deiscências (abertura espontânea de tecido após procedimento cirúrgico), enxertos de pele, problemas de cicatrização com lesão com a proposta de prevenir, entre outros. E para tudo isso e mais alguma coisa tem jeito, aqui em Campos, ao alcance não só dos campistas, mas também de pessoas vindas de toda a região, no Hospital Ferreira Machado (HFM). E o mais interessante que o mesmo tratamento, mas ambulatorial, pode ser encontrado também na rede pública local, no Hospital São José. Somente nesta unidade são feitos de 3 a 4 mil atendimentos/mês desta natureza.

Que o diga a enfermeira, pós-graduada em Dermatologia em Enfermagem e professora universitária, Angela Carlos do Amaral, responsável pela Comissão de Pele da unidade, que existe há dois anos. Se comparadas as fotos tiradas dos pacientes ao entrarem no hospital e ao sair, muitos deles com a pele praticamente torrada e outros com fraturas expostas com rompimento da pele, pode-se dizer que essa comissão faz verdadeiro milagre. Não foi à toa que Angela, do alto dos seus mais de 25 anos de profissão, acabou de chegar de um simpósio no Texas, Estados Unidos, onde apresentou seu mais recente trabalho científico sobre crianças queimadas, com a proposta de um tratamento novo para o paciente dessa natureza, misturando glicerina e colágeno. Fonte: Campos24Horas

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