terça-feira, 17 de junho de 2014

Aquário no Rio: nova atração turística começa a contratar

No fim do ano que vem, o Rio ganha uma novidade do tamanho da biodiversidade de seus mares: o seu primeiro aquário de visitação. Em construção na Zona Portuária, o Aquário Marinho do Rio de Janeiro — AquaRio — está começando a contratar profissionais. Por enquanto, há apenas uma vaga, para biólogo-chefe. Mas, nos próximos meses, já começarão a ser abertas novas oportunidades. Durante as obras, a expectativa é de geração de 300 empregos diretos e mais de 800 indiretos. Já na operação, o aquário vai empregar até 180 pessoas e ainda será responsável por gerar indiretamente outros 200 postos de trabalho. Tudo isso para administrar os 4,5 milhões de litros de água que o espaço terá, volume de água equivalente ao de duas piscinas olímpicas — atualmente, no Brasil, o maior aquário está localizado no Guarujá, em São Paulo, e tem 1,5 milhão de litros de água.

— Quando se constrói um aquário, na fase pré-operacional é preciso contratar e treinar pessoal bem especializado — afirma Marcelo Szpilman, diretor-presidente do AquaRio.
MAIS 12 VAGAS SERÃO ABERTAS

Para o cargo de biólogo-chefe, por exemplo, os candidatos devem ter experiência prévia em aquários públicos, brasileiros ou internacionais. Esse profissional será responsável por monitorar o aquário de forma geral, olhando para a saúde dos animais e para todo o suporte de vida — cuidando de oito mil animais de 300 espécies diferentes. De peixes comerciais, como badejo, garoupa, cherne e cavala, a outros de Caribe e oceano Indo-pacífico, como o peixe-palhaço e o peixe-leão, incluindo ainda tubarões e tartarugas.

O processo seletivo para o cargo, inclusive, está em andamento. As próximas vagas especializadas a serem abertas são para biólogo de manejo (1), biólogo educador (1), veterinário (1), tratador (2), chefe de manutenção (1), estagiários biólogos de manejo (4) e estagiários (biólogos) de educação (2). As oportunidades serão divulgadas pelo Facebook do AquaRio (http://on.fb.me/1hIt0Z8).

— No Brasil, não existe ninguém com experiência em megatanque. Mas nós conseguimos, sim, encontrar profissionais capacitados para atuar — diz Szpilman. O Globo

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