sábado, 31 de maio de 2014

"Os Homens sao de de Marte" estréia nos cinema

Entretenimento/Cinema! O espectador que se deparar com o trio Mônica Martelli, Paulo Gustavo e Daniele Valente, figuras assíduas em comédias no cinema e na TV, pode até pensar que vai rir de uma piada a cada cena. Apesar da referência do elenco principal, “Os Homens São de Marte… E É pra Lá que Eu Vou”, em circuito desde ontem, não segue tão à risca a receita do gênero que tem dominado a produção nacional e investe mais no romance.

“Para fazer par comigo não dá para ser novinho. Tem de ser homem de verdade, ter pegada”, diverte-se a atriz, que sugeriu os nomes do elenco, à exceção do ator europeu, cujo convite partiu da produtora, Bianca Villar. “A gente mandou o texto, ele gravou o teste e mandou lá da Alemanha”, contou Mônica.
“Foi opção não forçar a comédia. Tenho horror a isso. Sei que o grande público gosta, mas eu não. Acho que você pode atrair muito público sem ser pastelão, sem apelar para a comédia. O humor pode estar nas situações. Você não precisa estar fazendo palhaçada. É um filme que tem humor e amor”, defende Mônica Martelli, corroteirista do longa e autora do monólogo homônimo que o inspirou.

Há nove anos em cartaz, a peça já foi vista por mais de 2 milhões de pessoas. O texto do espetáculo fala sobre as desilusões amorosas de Fernanda, uma mulher de 39 anos que sonha com um companheiro. As histórias foram criadas com as experiências de vida de Mônica, que deu rostos aos ex-namorados na telona. Entre eles, estão o empresário bon vivant Robertinho (Humberto Martins), o senador com mau desempenho sexual Juarez (Eduardo Moscovis) e Nick, um estrangeiro que vive em meio à natureza em uma praia do Nordeste, vivido por Peter Ketnath, o alemão de “Cinema, Aspirinas e Urubus”.

“Para fazer par comigo não dá para ser novinho. Tem de ser homem de verdade, ter pegada”, diverte-se a atriz, que sugeriu os nomes do elenco, à exceção do ator europeu, cujo convite partiu da produtora, Bianca Villar. “A gente mandou o texto, ele gravou o teste e mandou lá da Alemanha”, contou Mônica.

Nota: Já tive a oportunidade de ver, e digo que vale a pena viu...é uma comédia atras da outra. O enredo prende sua atençao e te faz rir com muita naturalidade. Um belo filme brasileiro .

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